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sexta-feira, 31 de julho de 2015

ZERO HORA NOTÍCIAS

Serviço público

Clientes reclamam de atrasos e desvios na entrega dos Correios

Enquanto consumidores relatam problemas ao receber encomendas, sindicato aponta falta de pessoal e empresa diz que falhas são pontuais

Por: Guilherme Justino
30/07/2015 - 03h02min
Clientes reclamam de atrasos e desvios na entrega dos Correios Adriana Franciosi/Agencia RBS
Foto: Adriana Franciosi / Agencia RBS
O cartão não veio, a conta de telefone foi parar em outro endereço, a encomenda não foi entregue porque não havia ninguém em casa. Essas são algumas das reclamações sobre o serviço dos Correios – empresa responsável por fazer 8,3 bilhões de objetos chegarem por ano às mãos dos brasileiros, mas que sofre com problemas nas entregas nacionais e internacionais.
Relembre: em 2014, após fim da greve dos Correios, usuários também reclamaram de encomendas atrasadas
Entre os clientes de todo o país, as principais queixas são de extravio e perda de encomendas, além dos desvios para a residência de desconhecidos e atrasos na entrega de correspondências. Os Correios sustentam que são falhas pontuais, fruto de problemas temporários nas unidades responsáveis, e que são rapidamente corrigidas. Mas quem está à espera da chegada de um carteiro nem sempre o vê no prazo previsto.
– Os documentos do meu carro não chegaram a tempo, e no rastreamento informaram que fizeram três tentativas de entrega. Fiquei o tempo todo em casa e não vi carteiro nenhum – garante a aposentada Teresa Pereira, moradora de Santa Cruz do Sul.
Em janeiro, funcionários dos Correios fizeram paralisação por concurso
Quem compra produtos de fora do país reclama da demora. Mais comuns desde a popularização de sites como o chinês AliExpress, essas encomendas precisam ser liberadas pela Receita Federal antes de chegar aos Correios. Aí, o consumidor sofre com informações dúbias – alguns sites anunciam o prazo de chegada do produto ao Brasil, não à casa do cliente.
A encomenda que o técnico em informática Alexandre Ramos esperava da Itália saiu em direção ao Brasil em 10 de abril, mas só chegou na casa dele em 20 de junho. Foram mais de dois meses de espera, o que o levou a reclamar. Conforme os Correios, a entrega foi feita dentro do período previsto para o frete econômico internacional, que é de aproximadamente 50 dias úteis.
“A ocorrência de atrasos é pontual e localizada; o percentual de reclamações sobre o tráfego de objetos registrados no país é inferior a 0,1% do total entregue”, informou, por nota, a assessoria de imprensa dos Correios.
VÍDEO: bandidos usam roupa de carteiro para assaltar em Porto Alegre
Para o Sindicato dos Trabalhadores dos Correios do Rio Grande do Sul (Sintect-RS), os atrasos são comuns porque falta pessoal para dar conta da demanda. O secretário-geral, Vitor Rittmann, diz que há uma defasagem histórica nos quadros funcionais. Hoje, faltariam 30 mil trabalhadores em todo o Brasil, sendo 8 mil no Estado. Esses funcionários não estariam sendo integralmente repostos desde 2011, data do último concurso.
A empresa informa que o cadastro reserva desse concurso ainda está vigente, mas vai publicar um edital para preencher cerca de 2 mil vagas em 11 Estados – incluindo o Rio Grande do Sul – e no Distrito Federal. A data do edital e do concurso não foi definida.
Insegurança também dificulta entregasDevido à insegurança, a partir de 9 de julho moradores de sete bairros da zona norte de Porto Alegre tiveram de buscar em uma agência dos Correios as encomendas que receberiam em casa. Depois de casos de assalto a carteiros e carros do Sedex, os produtos passaram a ser concentrados em um só centro de distribuição.
Veja como se prevenir quando bandidos usam roupa de carteiro
Em um comunicado, os funcionários relatam quatro assaltos em um período de 20 dias. O sindicato dos Correios no Estado contabiliza 18 assaltos aos carteiros no exercício da função desde o início do ano. Conforme Rittmann, o medo de fazer a entrega em áreas consideradas perigosas contribui para o atraso.
O que fazer se sua encomenda não chegou
1) Consulte o status da entrega na página de rastreamento de objetos dos Correios (correios.com.br/sistemas/rastreamento)
Detalhe: Nem todos os serviços de encomendas no Brasil são registrados, isso porque é possível optar pelo envio simples — mais barato, mas sem rastreamento.
2) Consulte os prazos de entrega, que variam dependendo do objeto e do tipo de entrega (expressa ou econômica)
Detalhe: Os Correios disponibilizam uma calculadora de preços e prazos de entrega em correios.com.br/sistemas/precosPrazos.
3) Se, ao final do prazo, a encomenda ainda não tiver chegado, é possível registrar queixa diretamente com os Correios, através do canal de atendimento (0800 725 0100)
Detalhe: As reclamações por atraso na entrega só podem ser feitas se os prazos de entrega do objeto tiverem expirado.
4) Não recebendo uma solução, o consumidor pode ir ao Procon de seu Estado ou município.

Detalhe: no Rio Grande do Sul, foi registrada apenas uma reclamação contra os Correios no Procon nos últimos anos, em 2009. Já no Espírito Santo, o Procon recebeu mais de 180 reclamações formais de consumidores somente no primeiro semestre de 2015 — o que levou o órgão a aplicar uma multa de R$ 8 milhões aos Correios em abril.
5) Indenização
Se houve atraso na entrega, se a encomenda chegou quebrada ou você recebeu um produto endereçado a outra pessoa, é possível cobrar indenização dos Correios. A devolução, porém, nem sempre é integral, e em alguns casos fica restrita aos serviços expressos do Sedex.
Detalhe ZH
E se a conta não veio a tempo?Se o prazo de um pagamento estiver se aproximando e a correspondência ainda não tiver chegado, o mais indicado é buscar alternativas para quitar a conta antes dos vencimentos. Entre as opções estão a impressão de segundas vias pela internet e a solicitação dos códigos de barra por celular, e-mail, ou atendimento online.
* Zero Hora

quarta-feira, 29 de julho de 2015

FENTECT

Distribuição da PLR, pelos Correios, não faz justiça ao trabalhador

Enquanto a categoria anseia por direitos, a empresa finge que não vê e ganha destaque na mídia como rentável ao País
Desde a implementação da lei que obriga as empresas a distribuírem parte de seus lucros com os trabalhadores, nos Correios, todos os anos, é travada uma luta para que o direito da categoria seja cumprido. Embora, anualmente, a arrecadação e os lucros da ECT sejam cada vez maiores, a distribuição da PLR tem diminuído.
Para agravar a situação, há discrepância nos valores distribuídos entre o alto escalão da empresa e a base dos trabalhadores – chegou a R$ 200,00 para a base e R$ 44 mil para os executivos. Mesmo a diferenciação tendo sido reduzida com as longas negociações, grande parte dos ecetistas não está satisfeita e o sentimento é de injustiça.
Com o fechamento das contas da ECT, em 2014, o valor oficial a ser distribuído entre a classe não foi divulgado com exatidão pela empresa. No início do ano de 2015, a empresa anunciou balanço favorável. Por isso, é inaceitável aos trabalhadores a possibilidade do não recebimento da participação do ano anterior, enquanto a mídia divulga os grandes avanços econômicos da ECT.
Para a FENTECT está claro que é necessário repensar a ótica de pagamento da PLR e considerar a distribuição com base nos resultados, não somente nos lucros. A falta de um percentual garantido a título de participação tem sido um dos problemas enfrentados pelo movimento sindical para a negociação. A empresa trabalha com a base de lucro líquido a ser distribuído e não o lucro bruto, o que acarreta, caso não haja lucro líquido, a negação quanto ao pagamento da PLR à categoria.
Para sanar o problema, sugere-se a garantia da porcentagem fixa da arrecadação da ECT a título do benefício. Vale ressaltar que, apesar do lucro líquido inferior em relação aos anos anteriores – em torno de R$ 10 milhões – a ECT é destaque nacional, como a 7ª empresa que mais criou riquezas para o Brasil, conforme a Revista Exame 2015.
Destaca-se, ainda, que o resultado positivo da empresa foi obtido às custas da sobrecarga de trabalho dos ecetistas, que sofrem com o déficit de funcionários, aprofundado pela falta de concurso público e vários incentivos de demissão – Plano de Desligamento Incentivado (PDIA) -, de cerca de 7 mil empregados, além das péssimas condições de trabalho e assédio moral pelos gestores.
Por isso, a nova direção da FENTECT, que assumiu no dia 01 de julho, direciona seus trabalhos a fim de reabrir o debate e sanar os problemas sobre o pagamento da PLR 2013. O objetivo é garantir o respeito à isonomia entre os sindicatos e que sejam pagos os valores complementares referentes àquele ano, bem como rediscutir a PLR 2014 e 2015, com base nos resultados empresa. “É uma questão de justiça e valorização dos empregados, que precisa ser repensada”, afirma a secretária de imprensa da FENTECT, Suzy Cristiny da Costa.

FONTE-FENTECT

SINTECT-RS

[26/07/2015]

ECT indenizará empregado baleado em assalto a banco postal no Ceará


Um empregado da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) atingido por disparos de arma de fogo em um assalto a agência da cidade de Brejo Santo (CE) que funcionava como correspondente bancário do Bradesco, vai receber indenização por dano moral no valor de R$ 100 mil. O recurso da empresa não foi conhecido pela Sexta Turma do Tribunal Superior do Trabalho.
Na decisão condenatória, o Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região (CE) registrou que a agência fazia o pagamento da aposentadoria dos moradores da região, com significativa movimentação de dinheiro, mas não tinha segurança compatível com a atividade bancária para minorar os riscos de assalto e proteger a integridade dos empregados e clientes. A região, segundo o processo, é mais propensa a assaltos por ficar perto da divisa com outros estados. Uma testemunha relatou a ocorrência de assaltos à empresa em municípios próximos, como Jati e Panaforte.
A empresa sustentou, em recurso para o TST, que não contribuiu para o acidente com dolo ou culpa e que, como prestadora do serviço de banco postal, não há obrigação legal de manter sistema de segurança e vigilância igual ao exigido das instituições bancárias.
Ao examinar o recurso, a relatora, ministra Kátia Magalhães Arruda, esclareceu que, além de o Tribunal Regional ter reconhecido a responsabilidade objetiva da empresa – aquela que independe de culpa, por desenvolver atividade de risco –, entendeu também caracterizada a sua conduta culposa no sinistro, por não observar as normas mínimas de segurança.
A relatora destacou que a Sexta Turma já afirmou, nos autos de uma ação civil pública, a necessidade de o banco postal adotar medidas de segurança inerentes ao setor bancário. Dados estatísticos trazidos naquele processo revelaram que, "enquanto a clientela do banco que fez contrato de parceria com a ECT aumentou 35%, o risco da atividade do empregado da ECT aumentou em mais de 600%".
Desse modo, afirmou a magistrada, ao caracterizar a omissão da empresa quanto à adoção de medidas de segurança, o Tribunal Regional demonstrou a sua conduta culposa, necessária para a configuração da responsabilidade subjetiva, dispensando o prosseguimento da discussão da responsabilidade objetiva.
A decisão foi por unanimidade.
Processo: RR-536-96.2011.5.07.0004
Fonte: TST
26/07/2015 22:34:19

SINTECT-RS

ATENÇÃO TRABALHADORES APOSENTADOS POR INVALIDEZ



Essa semana o Tribunal Superior do Trabalho (TST) condenou uma empresa portuária do Espírito Santo a pagar auxílio-alimentação para um empregado que está aposentado por invalidez.
A decisão é inovadora, pois quando o trabalhador está no INSS o contrato fica suspenso e a responsabilidade pelo trabalhador é do INSS, no entanto nessa decisão o TST entendeu que deveriam ser assegurados os direitos mínimos do trabalhador, ou seja, o pagamento da sua alimentação.
Usando essa decisão como jurisprudência, o jurídico do SINTECT/RS irá ingressar com o mesmo processo para os trabalhadores que tiverem interesse. Lembramos que esses processos deverão ser individuais, pois cada trabalhador tem a sua situação.
Embora não tenhamos esse benefício nas normas coletivas dos Correios o embasamento do processo será nos termos citados pelo TST na decisão: dada a precariedade da aposentadoria por invalidez, que pode ser revertida caso o trabalhador volte a ter restabelecida a sua capacidade laboral, o empregador não pode cancelar os benefícios nem tratar a incapacidade como definitiva. Logo, o direito ao auxílio-alimentação não deve ser cessado durante o período da aposentadoria por invalidez, pois a suspensão do contrato de trabalho não afasta a condição do trabalhador de empregado da empresa.
Assessoria de Comunicação
C/Informações da Assessoria Jurídica – Dra. Jaqueline Matiazzo de Carvalho Ledur, do Escritório Young, Dias, Lauxen e Lima Advogados Associados (Av. Getúlio Vargas, 774, sala 301, Porto Alegre/RS, Fone (51) 3085-5507).
23/07/2015 15:10:35

FONTE-SINTECT- RS

SINTECT-AL

29/07/2015

Correios anuncia concurso mas não contrata concursados de 2011



     
    Segundo os Correios anunciou ontem, até o fim do mês divulgará mais detalhes sobre o concurso. Por enquanto a empresa divulgou que o certame será para os estados: AM,BA,MG,MS,MT,PE,PR,RJ,RS,SC e SP.
     Ainda de acordo com os Correios, do total de vagas, 10% serão para pessoas com deficiência (PDC) e 20% para pessoas pretas e pardas (PPP). Nos demais estados ainda existe cadastro de reserva do Concurso de 2011, vigente.
     O que a ECT esconde é que o concurso de 2011 só está em vigência graças a uma ação nacional do MPT em Brasília, em que a nossa Federação faz parte, na qual a Juíza concordou com as alegações de que a empresa contratou vários terceirizados em detrimento dos concursados. Os Correios também não dizem que entrou com recurso contra essa ação e perdeu mais uma vez, sendo obrigada a realizar o concurso onde não há mais cadastro de reserva e contratar os concursados de 2011.
     O ideal é que esse concurso fosse nacional, ao invés de abranger apenas essas localidades, justamente para não ocorrer carências futuras ao se esgotar o cadastro das demais.
    O Sintect-AL defende que, além de fazer o novo concurso para preencher vagas onde não há cadastro de reserva, paralelamente contrate imediatamente os concursados de 2011 em várias partes do Brasil, a exemplo de Alagoas, onde tem-se uma carência enorme de funcionários(principalmente carteiros,atendentes e OTT‘s).
Para quem quiser acompanhar a ação do Concurso de 2011, acessa: www.trt10.jus.br , digitando o processo nº 0001035-92.2013.5.10.0015

FONTE-SINTECT-AL
terça-feira, 21 de julho de 2015

SINTECT-RS

Justiça do Trabalho condena Correios ao pagamento de indenização à carteiro



A 1ª Vara do Trabalho de Ariquemes condenou a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos de Ji- Paraná (RO) ao pagamento de R$700 mil de indenização por danos morais, materiais e estéticos a um carteiro que, durante quase três décadas de serviços prestados a empresa, adquiriu um quadro de lesões por esforços repetitivos relacionados ao trabalho (LER/DORT).
De acordo com a sentença da juíza Cândida Maria Ferreira Xavier, o carteiro ajuizou a ação em dezembro de 2014, alegando doença ocupacional e pedindo indenizações por danos morais, materiais e estéticos, além do benefício de justiça gratuita e indenização de honorários advocatícios.
Com os primeiros sintomas da doença ocupacional ou “ergopatia” sendo apresentados em 2001, o reclamante foi afastado de suas atividades, requerendo o benefício do auxílio-doença e integrando desta forma o programa de Reabilitação Profissional do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que tem como objetivo proporcionar a readaptação profissional para o retorno do segurado a empresa com uma atividade compatível com seu quadro de saúde. Apesar disso, o funcionário continuou exercendo a função de carteiro por mais dez anos até que em 2012 foi submetido a uma cirurgia de reparo aos tendões do ombro, que sofreram lesões secundárias ao esforço repetitivo no trabalho, levando a sua degeneração e rompimento.
Ao contrário de um acidente de trabalho, o acontecimento da doença ocupacional é lento e gradual, porém as consequências físicas ao trabalhador ocorre de forma idêntica com o passar dos anos, levando assim o quadro do reclamante a invalidez, reconhecida permanentemente, por meio da sentença publicada em outubro de 2014.
Segundo a magistrada, o seguro social obrigatório não exime o empregador do dever de garantir o ambiente de trabalho saudável e à redução dos riscos inerentes ao trabalho. “O seguro acidentário destina-se a proteger a vítima e não diminuir ou substituir a obrigação do empregador de reparar o dano causado pelo acidente”, afirma a juíza.
Sentença
Diante desta situação, o juízo da 1ª Vara do Trabalho de Ariquemes condenou a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos de Ji- Paraná a pagar em uma única parcela a quantia de R$ 533.023,84 por danos materiais; um valor referente a 50% da remuneração, a contar com o 13º salário, que o carteiro receberia em 28 anos, tempo estimado em que trabalharia com base na tabela de expectativa de vida expedida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2012. Foi indeferido, entretanto, o pedido do reclamante de incidência do valor referente a férias e auxílio de vale alimentação.
Segundo magistrada, ainda, em sua sentença, ao contrário da indenização por danos materiais, a do dano moral tem natureza compensatória pois “Os bens materiais são insuscetíveis de valoração econômica, por isso não se pode falar no pretio doloris, ou preço da dor. A sua finalidade objetiva minimizar a dor sentida pela vítima por meio da concessão de um bem material que lhe proporcione alguma compensação para o sofrimento”, afirma.
Para o efeito de indenização de danos morais e estéticos, já que a capacidade laborativa permanente, embora parcial, causou constrangimento ao reclamante, bem como vergonha e dor, a sentença fixou a quantia de R$72.957,00, o equivalente a 25 vezes o valor da última remuneração recebida pelo carteiro, a ser paga em uma única parcela.
A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos de Ji-Paraná deverá pagar ainda os honorários do perito médico, no valor de R$3 mil, e as despesas com honorários advocatícios de 30%, além de custas processuais no importe de R$14 mil.
A decisão da 1ª VT de Ariquemes é passível de recurso.
(Processo Nº RTOrd-0010847-65.2014.5.14.0031 )
Fonte: TRT14 - RO/AC
01/07/2015 22:37:40

SINTECT-RS

[19/07/2015]




No dia 15 de Julho de 2015 foi anunciado pela direção do Correios o que chamam de “nova estrutura e modelo empresarial”. Segundo o Site do Correios essa mudança significa o seguinte: “A nova estrutura dos Correios visa atender às necessidades causadas pelo processo de revitalização da empresa e pela diversificação de suas atividades, decorrentes da sanção da Lei 12.490/11 — que ampliou o escopo de atuação da estatal. A exemplo da estrutura adotada por outras grandes empresas, o novo modelo dá enfoque a unidades estratégicas voltadas aos negócios e aos clientes (Rede e Varejo, Postal, Logística, Encomendas). Também conta com unidades estratégicas meio (Finanças e Controle, Gestão de Pessoas, Corporativa, Serviços), comitês e a subsidiária CorreiosPar, criada para gerir as participações acionárias estratégicas dos Correios.”
Vamos aos fatos: A começar pela sanção da Lei 12.490, à época denunciada pelo movimento sindical, onde nosso sindicato foi o único a fazer greve, que instaurou uma nova lógica dentro da ECT. Ali se abriram brechas para venda de ações, constituição de subsidiárias, armou o terreno para a destruição do plano de saúde com a Postal Saúde. Permitiu a criação da Correios-Par como primeiro passo na privatização. Permite a constituição de subsidiárias, ou seja, utilizar a estrutura, a marca, e o renome do Correios para gerar lucro para a iniciativa privada.
No Governo Lula foi votada a MP 532 que foi sancionada no ano seguinte por Dilma, onde claramente iniciaram as mudanças, para pior da ECT. Junto disso se mudou o estatuto do Correios para Sociedade Anônima (S.A.). Esse novo modelo organizacional na verdade visa atender as exigências elaboradas ainda na década de 90 pela União Postal Universal (entidade dos patrões que visa regulamentar os serviços postais no mundo todo) que deu uma orientação bem clara aos governos: que se privatizassem o serviço de entrega de correspondências e encomendas. Assim foram privatizados os Correios da Alemanha, de Portugal, da Argentina e em outros países.
Os trabalhadores do Correios resistiram a tentativa de privatização na era FHC. Agora é hora de novamente sair em defesa do Correios 100% público contra a proposta de privatização escancarada de Dilma e o PT
No mesmo texto oficial publicado no site do Correios tem uma fala de Ricardo Berzoini, ministro das Comunicações e presidente do Conselho de Administração da estatal. Faz um falso discurso que estão espantando a privatização. “Essa nova estrutura vai garantir a sustentabilidade dos Correios ao longo das próximas décadas e a eficiência na prestação dos serviços exclusivos e concorrenciais, preparando a empresa para os desafios futuros. Buscamos assim garantir que os Correios continuem uma empresa pública, estratégica para o Brasil, afastando aquele fantasma de privatização que chegou a se desenhar nos anos 90 no interior do Estado brasileiro”, afirmou.
Antes de mais nada, é necessário dizer quem é Ricardo Berzoini. Tem origem no movimento sindical, foi dirigente da CUT e do Sindicato dos bancários de SP. Naturalmente como toda a CUT que abandonou a luta e optou por aplicar junto com o governo todos os ataques dos últimos anos, seja apoiando deliberadamente o governo ou por vezes através da omissão e covardia, traindo inúmeras greves. Depois de entrar para o governo, e antes deputado. Foi coordenador da campanha a reeleição de Lula. Após escândalos de corrupção deixou o comitê de campanha e saiu da presidência do PT. É do mesmo campo político de Lula, Zé Dirceu, Delúbio Soares, e tantos outros. É este senhor quem vem saudar as mudanças na ECT, e ainda tem a cara de pau de em seu discurso agradecer os trabalhadores pelo empenho na empresa.
E qualquer um sabe muito bem que se o governo declarasse com todas as letras que vai PRIVATIZAR pode perder o controle da situação pois os trabalhadores resistirão. Por isso tentam nos confundir, fazem discursos emocionados contra a privatização. Mas quando vão para as salas de reunião aplicam as mudanças no canetaço.
Na verdade a proposta de privatização é a mesma defendida no governo de Lula, e antes ainda o de FHC. A única coisa que mudou é que agora inventam um novo nome, pomposo, para justificar a política que o PT vem tendo nesses 15 anos de governo. Repetir a mesma cartilha e medidas dos governos anteriores, pois mudaram de lado da trincheira há muito tempo.
Estamos indo a mais uma campanha salarial da categoria, e as mudanças que estamos observando dentro da empresa de Correios merecem mais a nossa atenção. Houve quem duvidasse que o PT privatizaria. Estão aí rodovias, portos, aeroportos, o Banco do Brasil, Petrobrás todos privatizados ou já tomados pela terceirização. Além de tudo que foi privatizado anteriormente ao PT que este partido só fez manter. Não podemos deixar que depois de sugar essa grande empresa pública através da corrupção, entreguem nas mãos da iniciativa privada.
É uma luta em defesa de um patrimônio do povo!
É uma luta em defesa de nossos empregos.
Vitor Rittmann - Secretário geral Sintect RS

FONTE-SINTECT-RS


quarta-feira, 15 de julho de 2015

SINTECT-SP

Boca no Trombone - Protesto mobiliza o CEE Santo André e põe Gestor pra fora
A ECT (Gestão do setor) realizou transferências aleatórias e abusivas e retirou a função de vários trabalhadores. Já assédio moral é prática corriqueira, pois a gestão obriga os trabalhadores a irem sem escolta a áreas de risco, inclusive companheiros já assaltados nessas áreas.
O Sindicato e os trabalhadores realizaram um ato de protesto contra as atitudes ditatoriais do Gestor, exigiram a saída i...
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CBN- RECIFE-PE

cidades

Correios de Pernambuco tem nova diretoria regional

Deyse Araújo é a nova diretora da instituição no estado
por em 06/07/2015
#
Foto: Reprodução/Internet
Tomou posse na capital pernambucana a nova diretora regional dos correios em Pernambuco. A cerimônia foi realizada no Centro Cultural dos Correios, no bairro do Recife, e contou com a presença de funcionários e políticos. A partir de agora, Deyse Viana Ferraz de Araújo, de 54 anos, é a nova diretora da instituição no estado. 32 anos da vida foram dedicados aos Correios. A nova diretora, formada em direito e administração, já atuou em agências, na área administrativa e em operações.
Antes de voltar a Pernambuco para assumir a nova função, Deyse Araújo exercia um cargo de confiança na diretoria dos correios no Maranhão. Durante a solenidade, a reportagem CBN conseguiu conversar com a diretora. Deyse Araújo afirmou também que pretende dar continuidade ao trabalho que já vinha sendo desenvolvido pelo antecessor em Pernambuco e manter a diretoria regional do estado entre as dez melhores do país.

FONTE-CBN RECIFE
terça-feira, 14 de julho de 2015

SINTECT-AL

03/07/2015

Assaltantes roubam correspondências de carteiro em Arapiraca


Nem os carteiros estão se livrando dos roubos que acontecem diariamente em Arapiraca. Na manhã desta sexta-feira (03) um carteiro que estava entregando correspondências no bairro Alto do Cruzeiro, em Arapiraca, teve a bolsa com as correspondências roubada. O profissional estava de bicicleta e seguia pela Rua Floracy da Silva Barros, próximo ao Instituto de Ensino Superior Santa Cecília (IESC),quando foi abordado por dois homens que estavam em uma motocicleta.
Sob a mira de um revólver o carteiro foi obrigado a entregar a bolsa de trabalho, onde continha correspondências simples e registradas. Não roubaram nenhum pertence pessoal do carteiro.
O representante do Sindicato dos Trabalhadores dos Correios, em Arapiraca, James Magalhães, afirmou que essa não é a primeira vez que ocorre esse tipo de crime contra profissionais dos Correios no interior.
James Magalhães alerta para os riscos que os profissionais dos Correios sofrem devido a crescente e constante violência em Arapiraca. Ele solicita que a empresa reforce a parceria com a Polícia Militar, no sentido de realizar rondas ostensivas, principalmente em bairros mais perigosos.

Procedimento
Os proprietários das correspondência roubadas devem entrar em contato com os remetentes das correspondências para que uma segunda via seja reenviadas. Com relação a cartão de crédito que seriam entregues e que foram roubados, os Correios vai enviar os dados dos clientes para as operadoras de cartão de crédito, para que sejam cancelados.

FONTE: http://7segundos.ne10.uol.com.br/index.php/noticia/2015/07/03/assaltantes-roubam-correspondencias-de-carteiro-em-arapiraca

FIQUE SABENDO

NOS PREPAREMOS!
VEM CHUMBO POR AI!
VAMOS QUE VAMOS ... SÓ A LUTA MUDA A VIDA!
1ª REUNIÃO DA CAMPANHA SALARIAL DOS CORREIOS 2015/2016.
A reunião agendada para iniciar hoje (14/07) às 09:30 teve seu início com quase 1 hora de atraso. Os representantes da ECT através do vice-presidente Postal e sua assessoria ( Sara) fizeram uma apresentação superficial do modelo de Reestruturação da ECT e quando o debate foi aberto vários questionamentos foram feitos e em sua maioria ficaram sem respostas ou foram respondidos com evasivas.
Em nenhum momento em que foram questionados os representantes da ECT explicaram onde se encaixa o trabalhador da base nesta nova estrutura de governança. A única afirmativa que tivemos é que a partir de amanhã, 15/07/2015,segundo palavras da Srª Sara a "chave"que dará início a transição para este modelo estará sendo GIRADA. Nós,representantes das bases, deixamos claro o nosso descrédito em mais esta mudança imposta pela direção da ECT de forma unilateral. O que ficou patente para nós é que a partir da implantação deste novo modelo de governança a ECT estará praticamente terceirizada pois só a área referente ao que é MONOPÓLIO POSTAL continuará pública, sendo o restante preparado para a entrega à privatização. Todos fomos unânimes ao deixar claro para os representantes da ECT é que lutaremos de todas as maneiras contra o desmonte perpetrado pela atual direção política dos correios. NOSSA LUTA É PRA MANTER UM CORREIO PÚBLICO E DE QUALIDADE.
segunda-feira, 13 de julho de 2015

SINTECT-RJ

Desespero e caos dominam o CEE-Bangu

11303502_844710542245528_124478909_nA atual gestão da DR\RJ já começa dar sinal de sua incompetência quando tem como meta limpar o CTE-Benfica. Para isso, eles armazenam todas as encomendas no CEE-Bangu, utilizando a tática do “cobertor curto”, em que se descobre a cabeça para cobrir o pé. As atitudes da gestão se mostram a cada dia incapazes de lidar com os trabalhadores de forma humana. A unidade hoje passa por um caos total, as encomendas encontram-se paradas há mais de 10 dias e sem previsão de serem entregues.
Como se não fosse somente os acúmulos de encomendas na unidade, os trabalhadores lidam constantemente com os assaltos que têm gerado medo na hora de fazer as entregas diárias. Diante disso, a GEDIS(Gerência de Distribuição)  não foi capaz de apresentar uma solução concreta aos trabalhadores. Com isso, a violência cresce e não temos nenhuma perspectiva para contratar escoltas, única forma de trazer paz ao cotidiano dos ecetistas.
As encomendas no CEE-Bangu já não tem lugar para serem armazenadas. Os trabalhadores não têm como transitar no setor, isso tudo sem contar com a sujeira no local. Os ecetistas relatam que nunca viram a degradação da ECT de forma tão latente como nos dias de hoje. Para complicar, a primeira atitude do Gerente de Distribuição Sr. Eduardo, vulgo Danoninho, foi a retirada da gestora que se traduziu em revolta por parte dos trabalhadores que entendem que a culpa da situação caótica da unidade não é da gestora, mas da incompetência do próprio Eduardo Danoninho que transferiu a carga toda para a unidade que não contava com 26 trabalhadores afastados por motivo de assalto.
Os trabalhadores se reuniram com o sindicato no último dia 14/06 e diversas indagações foram levantadas pelos próprios trabalhadores sobre a postura e capacidade de Eduardo Danoninho de gerir a distribuição de uma das maiores DR’s do país. É fato que a inexperiência e incapacidade dele na área de distribuição, pois sendo OTT e uma atuação nos Correios toda na área de tratamento terá dificuldades em tocar a função.
Sem perspectivas para uma solução rápida e concreta para as demandas da unidade, os trabalhadores em conjunto com o sindicato apontaram uma possível paralisação por tempo indeterminado, como forma de demonstrar a insatisfação e o caos que se encontra o CEE-Bangu.
Por Fagner Lopes ” Junior Baiano

FONTE-SINTECT-RJ

SINTECT-AL

03/07/2015

Wagner Pinheiro perde força nos Correios



     O esfarelamento do lucro dos Correios e a revelação das pedaladas contábeis feitas com o intuito de manter a última linha do balanço no azul estão minando as chances de permanência de Wagner Pinheiro(foto) na presidência da estatal. Pinheiro perdeu praticamente toda a sua base de sustentação dentro do próprio PT - até mesmo seu padrinho político, o ministro das Comunicações, Ricardo Berzoini, já lavou as mãos. A situação deve piorar ainda mais diante da forte tendência de prejuízo no balanço do primeiro trimestre. Tem problema, não... A ex-ministra Ideli Salvatti já está à beira do gramado, pronta para entrar no lugar de Pinheiro. Isso, claro, se o papa-cargos PMDB deixar.

FONTE-SINTECT-AL
 

SINTECT-PE

A ECT está entre as 20 maiores empresas do Brasil. Não há de se duvidar da grandeza, magnitude e riqueza da Empresa de Correios. Patrimônio grandioso, fruto de abnegação e trabalho dos seus mais de 120.000 trabalhadores. O que não aceitamos é a forma que a empresa trata seus funcionários, tolhendo-lhes direitos como a PLR, periculosidade para os motorizados e o AADC, dificultando os acordos, não contratando trabalhadores e terceirizando mão de obra, sobrecarregando trabalhadores acelerando doenças profissionais, legando, ainda, um piso salarial não condizente com a responsabilidade e importância dos ecetistas presentes em todas os municípios do Brasil.

Os Correios figuram entre as 20 maiores empresas do Brasil e as 15 melhores da categoria Serviços, de acordo com a edição especial “Melhores e Maiores 2015”, da Revista Exame. Entre as estatais, os...
blog.correios.com.br
FONTE-SINTECT-PE

SINTECT-RS

 
[02/06/2015]

Com base em fotos do Facebook, juiz suspende auxílio-doença de trabalhadora

As fotos publicadas no Facebook por uma trabalhadora que recebia auxílio-doença concedido pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) devido a um quadro de depressão grave foram usadas pela Advocacia-Geral da União para conseguir, na Justiça, suspender o benefício e comprovar que ela tinha condições de trabalhar.
Em novembro de 2013 um perito atestou que ela apresentava depressão grave e a declarou incapaz temporariamente para o trabalho. Em novo laudo de abril de 2014, outro médico confirmou o quadro psiquiátrico e estendeu o benefício por mais três meses. Porém, a Advocacia-Geral da União demonstrou, com a ajuda de postagens e fotos no Facebook, que o estado de saúde da segurada não coincidia com os sintomas da doença.
Os procuradores federais explicaram que o quadro clínico da doença "caracteriza-se por humor triste, perda do interesse e prazer nas atividades cotidianas, sendo comum uma sensação de fadiga aumentada". Também ressaltaram que o paciente ainda "pode se queixar de dificuldade de concentração, apresentar baixa autoestima e autoconfiança, desesperança, ideias de culpa e inutilidade, visões pessimistas do futuro, ideias suicidas".
As publicações feitas pela trabalhadora entre abril e julho de 2014 na rede social, contudo, são fotos de passeios em cachoeiras e acompanhadas por frases que demonstram alegria, como "não estou me aguentando de tanta felicidade", "se sentindo animada" e "obrigada senhor, este ano está sendo mais que maravilhoso".
Diante das provas apresentadas, o perito reviu o laudo médico anterior. "Entendemos que uma pessoa com um quadro depressivo grave não apresentaria condições psíquicas para realizar passeios, emitir frases de otimismo, entre outros. Portanto, consideramos que a paciente apresentou cessada sua incapacidade após o exame pericial", declarou.
Acolhendo os argumentos apresentados pela AGU, o Juizado Especial Federal Cível de Ribeirão Preto considerou abril de 2014 como a data em que cessou a incapacidade da trabalhadora. Com informações da Assessoria de Imprensa da AGU.
Processo 0001946-06.2014.4.03.6302
Assessoria de Comunicação
03/06/2015 00:10:22
Escreva aqui
FONTE-SINTECT-RS

SINTECT-AL


02/07/2015

Assembleia aprova Pauta de Reivindicações


     Em assembleia realizada na sede do Sintect/AL nesta terça-feira, 30 de junho, os trabalhadores de Correios de Alagoas, referendaram a Pauta de Reivindicações da Campanha Salarial 2015/2016.
     A pauta foi aprovada no XII CONTECT, que ocorreu entre os dias 16 a 20 de junho, em Luziânia-GO, com a participação de delegados eleitos em todo o país.
     O Presidente do Sintect/AL, Altannes Holanda, destacou a importância da participação e união dos trabalhadores ecetistas na Campanha Salarial deste ano, no sentido de pressionar os Correios a atenderem as reivindicações da categoria.
     Ainda na assembleia, foi referendado o Comando Nacional de Negociação, cujo representante, membro do Sintect/AL, será o diretor Marcelo Nunes do CDD/Arapiraca(titular) e Jabson Antônio do CDD/Farol(suplente). 
     O pontapé inicial para mais uma campanha salarial foi dado. A mobilização de todos, tanto nas agências como nas demais unidades de trabalho, será de fundamental importância, para que possamos garantir direitos e ampliar conquistas para a categoria.
     A aprovação da pauta, se deu por unanimidade em nossa assembleia e tem como principais eixos econômicos:

*Reposição da inflação (índice de 12%);
*Aumento linear de R$ 300,00;
*Piso mínimo do Dieese de R$ 3.377,62;
*Incorporação definitiva da GIP (R$ 200,00);
*Tíckets no valor de R$ 40,00;
*Vale-Cesta no valor de R$ 400,00;
*Reposição das perdas salariais de 1994 a 2015 totalizando 22,72%;
*Adicional de 30% para OTT e Atendente Comercial;
*Reembolso-creche no valor de 1,5 salário mínimo

ENTREGA DA PAUTA A ECT
No dia de ontem, 01/07, a Fentect entregou a Pauta de Reivindicações aos Correios, que recebeu a Diretoria da Federação mais alguns representantes dos Sindicatos em Brasília. O próprio Presidente da ECT, Wagner Pinheiro, recebeu a pauta e ouviu as expectativas dos trabalhadores com relação a Campanha Salarial 2015/2016.
Para ver o vídeo da entrega da pauta, acesse o link:
www.facebook.com/Fentect/videos/vb.502160199798386/1149467228401010

SINTECT-AL


08/07/2015

Justiça bloqueia bens de executivos do Postalis


     A Justiça Federal de São Paulo determinou o bloqueio dos bens de 20 pessoas ligadas ao Postalis, fundo de pensão dos funcionários dos Correios, e a empresas do setor imobiliário que negociaram a venda de um terreno para o fundo no valor de R$ 196 milhões. As suspeitas são de que o negócio tenha sido feito de forma irregular.
     A determinação do bloqueio dos bens, que será feito até atingir o valor total da compra do terreno, foi dada em um processo de improbidade administrativa movido pelo Ministério Público Federal de São Paulo. O processo corre desde meados de junho em segredo de Justiça. O MP pede na ação que seja anulada a compra do terreno de 117 mil metros quadrados em Cajamar (SP), que abriga hoje um centro logístico dos Correios, feita pelo Postalis em 2012.
     As suspeitas em torno da operação se deram porque uma empresa com sede na Nova Zelândia, a Latam Real State, atravessou o negócio do Postalis. O fundo de pensão estava negociando a área em Cajamar diretamente com o empresário Luiz Fernando Pires. De acordo com reportagem da revista Época de novembro do ano passado, o Postalis estava disposto a pagar R$ 194 milhões pelo terreno. Mas Pires o vendeu por R$ 150 milhões à Latam, que três meses depois o revendeu ao Postalis pelo valor inicial oferecido pelo fundo.
     Entre os executivos do Postalis que tiveram os bens bloqueados está o atual presidente do fundo, Antonio Carlos Conquista, que já foi do fundo de pensão da Petrobras e foi indicado ao cargo pelo PT, a convite do presidente dos Correios, Wagner Pinheiro. A lista ainda inclui o presidente do Conselho, Ernani Coelho, também indicado pelos Correios ao cargo, e o diretor administrativo, Roberto Macedo de Siqueira Filho. Também fazem parte da lista ex-diretores como Ricardo Oliveira Azevedo, da área financeira, que foi indicação do PMDB, e Sinécio Greve, da área de seguridade.
Obras
     Os empresários que fizeram o negócio imobiliário também tiveram seus bens bloqueados. Um deles é Luiz Fernando Pires, sócio da construtora mineira Mascarenhas Barbosa Roscoe e proprietário original do terreno. Outro nome é o do advogado Marcelo Bicudo, representante da Latam Real State, e a própria Latam.
     O advogado Rubens Bombini, sócio de Marcelo Bicudo, explica que a diferença entre o valor de compra do terreno e o da sua venda ao Postalis se deu porque a Latam Real State construiu o galpão hoje usado pelos Correios. Mas não soube dizer quem são os sócios da empresa da Nova Zelândia e explicou que Bicudo estava em férias e por isso não poderia responder.
     Os envolvidos não foram ainda notificados pela Justiça, nem mesmo de que estão envolvidos em um processo de improbidade administrativa. Por telefone, o presidente do Postalis, Antonio Carlos Conquista, disse que a negociação da área em Cajamar começou em 2010, portanto, antes de ele assumir a presidência do fundo. A aprovação do negócio se deu na sua gestão, mas calcada, segundo ele, em laudos que confirmavam o valor justo do negócios. "E, como ultrapassava 5% do patrimônio do fundo, foi levado à apreciação do conselho", disse ele.
     O presidente do Conselho do Postalis, Ernani Carneiro, disse que o negócio tem um bom rendimento para o fundo, apesar do atraso. O fundo estimou que o centro logístico entraria em operação em 2013, mas só neste ano o complexo foi entregue. Em resposta à revista Época, em novembro do ano passado, os Correios afirmaram que o atraso se deu por causa de ajustes pedidos pela estatal.
     Os ex-diretores do Postalis não foram encontrados pela reportagem para comentar o caso e o empresário Luiz Fernando Pires não respondeu às ligações. Os presidentes da diretoria e do conselho do fundo não souberam informar se o imóvel está registrado com ganhos ou perdas no balanço de 2014, que ainda não foi divulgado.
Maus negócios
     A compra do terreno é apenas mais uma das negociações colocadas sob suspeita feitas pelo fundo Postalis nos últimos anos. Também fazem parte dessa lista aplicações em bancos que seriam posteriormente liquidados, como o Cruzeiro do Sul e o BVA, e também investimentos atrelados à dívida de países com problemas, como a Argentina e a Venezuela.
     Como resultado dessa equação, o Postalis registrou um rombo de R$ 5,6 bilhões no plano de benefício definido do fundo. A Previc chegou à conclusão, depois de seis meses de investigações, que os diretores e conselheiros do fundo eram responsáveis por uma parte desse rombo. 

FONTE: http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,justica-bloqueia-bens-de-executivos-do-fundo-de-pensao-postalis--dos-correios,1721170 

SINTECT-AL

01/07/2015

Correios são condenados em R$ 1 milhão por abusos em processos disciplinares




     A Justiça do Trabalho do Distrito Federal condenou a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos a pagar R$ 1 milhão por dano moral coletivo por irregularidades e incorreções nos processos administrativos disciplinares da empresa.
     De acordo com o Ministério Público do Trabalho, autor da ação, os processos disciplinares não respeitavam o direito ao contraditório e à ampla defesa. Além disso, segundo o procurador Valdir Pereira da Silva, a demora na conclusão dos procedimentos e o arbítrio na aplicação de punições configura “um quadro permanente de absoluto temor, perseguição, ansiedade e insegurança no ambiente de trabalho da investigada.”
     Como forma de punição, parte dos investigados eram alocados em um prédio apelidado pelos próprios trabalhadores de “Carandiru”. Lá, eles permaneciam subaproveitados e afastados de suas atribuições rotineiras. Em um período de seis anos, foram mais de 200 procedimentos disciplinares conduzidos dentro da Estatal.
     Ao analisar o pedido do MPT, o juiz Renato Vieira de Faria, da 6ª Vara do Trabalho de Brasília condenou os Correios pela prática de assédio moral organizacional e determinou que a empresa reveja a apuração de procedimentos disciplinares, além de não permitir, não tolerar e se abster de práticas que caracterizem o assédio moral. Se descumprir a sentença, vai pagar multa de R$ 10 mil por trabalhador lesado.
     Para o juiz, “o MPT reuniu fartos elementos de prova no curso do inquérito civil das circunstâncias fáticas alegadas na petição inicial”.
     Sobre a conduta da estatal, ele questiona o trâmite do processo disciplinar: “revela-se perigosa a combinação pretendida pela ré ao argumentar a cumulação dos poderes de legislar e aplicar as disposições no julgamento dos seus empregados, ademais, sem se sujeitar à intervenção judicial. Contudo, e por evidente, a parte ré não é imune à jurisdição e, mesmo na hipótese de litígios internos, e lesão ou ameaça de direito permanecerá suscetível à apreciação do Poder Judiciário, em prestígio ao Princípio da Inafastabilidade”.
     A indenização de R$ 1 milhão corresponde a 3% do último lucro líquido informado pela estatal e vai ser destinado ao Fundo de Amparo ao Trabalhador ou a instituição sem fins lucrativos a ser indicada pelo MPT. Com informações da Assessoria de Imprensa do MPT-DF.
Processo 0000653-92.2014.5.10.0006

http://www.conjur.com.br/2015-jun-23/correios-sao-condenados-abusos-processos-disciplinares

LEIA NO ANEXO ABAIXO A SENTENÇA NA ÍNTEGRA

ARQUIVOS ANEXOS:
FONTE-SINTECT-AL

SINTECT-AL



10/07/2015


Carteiro é ironizado por mostrar sapatos








Passa dia, passa noite e os disparates não param de acontecer nos Correios de Alagoas. Dessa vez, o fato lamentável foi no CDD Carlos Olímpio. Um companheiro carteiro, que preferimos não identificar, pois a intenção do Sintect-AL é denunciar o problema e não personalizar sobre quem quer que seja, mostrou ao gerente da unidade o sapato de carteiro descolado (aberto) em virtude do tempo de uso e, principalmente, por estar constantemente molhado em razão das chuvas e dos alagamentos no distrito em que trabalha.


Para a surpresa do carteiro, em tom de deboche, o gerente foi irônico e perguntou se ele estava chutando pedra para o velho sapato ficar naquelas condições.

O Sintect-AL lamenta a postura do gerente, e entende que suas declarações somente apontam para o despreparo enquanto gestor do CDD e reflete o descaso e a falta de compromisso dos Correios para com os trabalhadores. Caso contrário, já teria orientado seus gestores a tratar o trabalhador com mais respeito e cortesia resolvendo os simples problemas nos setores de trabalho em Alagoas. Mas, infelizmente o gerente e a ECT nem isso querem fazer.

Quanto ao companheiro, é direito dele receber outro par de sapatos em condições de trabalho. Para isso, a gerência do CDD e a empresa têm que mover “mundos e fundos” para oferecer as devidas condições de trabalho.
Respeito é bom e o trabalhador gosta!!!

SINTECT-AL
domingo, 14 de junho de 2015

MENSAGEM PRA TODOS OS COLEGAS DO CEE JABOATÃO DR /PE

Momento despedida


Saudades sentirei
De todos as conversas e risadas jogadas ao vento,
De tudo o que vivemos e passamos....
Neste tão curto tempo...
Mas o bastante, para mudar conceitos já pré-estabelecidos
E consolidar uma amizade....
Dividimos, não só um setor de trabalho, mas sim sorrisos, lágrimas e expectativas futuras...
Pode ser, que nos separemos....e que talvez nem nos reconheçamos daqui alguns longos anos...
Mas valeu a experiência de termos compartilhado momentos que ficarão para a vida toda....
Obrigado  por tudo.

OZEIAS JOSE DE SANTANA 

SINTECT-AL

 
03/06/2015

Informe Postalis: Devolução e Cobrança das Contribuições Extraordinárias




Veja o Informativo do Postalis, sobre devolução e cobrança das contribuições extraordinárias:

"O plano de equacionamento do déficit de 2014, que deveria ter entrado em vigor em abril de 2015, foi suspenso com a assinatura do Termo de Ajustamento de Conduta-TAC entre o Postalis e a Previc.
Com a assinatura do TAC, ficam mantidas as contribuições previstas no plano de custeio que vigorou até março de 2014, ou seja, de 3,94% sobre o valor do BPS para os participantes ativos e sobre os benefícios para os assistidos, com a contribuição paritária da patrocinadora, até a implementação do novo plano, que deverá ocorrer em abril de 2016.
Confira como será feita cobrança das contribuições relativas ao mês de abril e a devolução das contribuições de 25.98% pagas por meio de boleto bancário:

-Cobrança
Participantes Ativos:
Na folha de pagamentos de maio foi cobrada a Contribuição Extraordinária BD com taxa de 3,94%;Na folha de junho serão cobradas as Contribuições Extraordinárias relativas aos meses de abril e junho.
Assistidos:
Na folha de pagamentos de maio foram cobradas as Contribuições Extraordinárias BD com taxa de 3,94% relativas aos meses de abril e maio.
Participantes desligados dos Correios:
Foram emitidos boletos bancários, com vencimento em 08/06/2015, da parcela relativa ao mês de maio. Os boletos com vencimento em 01/06/2015 devem ser desconsiderados. A parcela relativa ao mês de abril será cobrada juntamente com a do mês de junho.

-Devolução aos participantes que já haviam feito a contribuição de 25,98% por meio de boleto
Participantes ativos e aposentados: os valores relativos à Contribuição Extraordinária de 25,98% pagos por meio de boleto foram devolvidos aos participantes no dia 29/05 por intermédio de pagamento bancário. É importante verificar o extrato e, caso não se identifique a devolução, o participante deverá entrar em contato com o Postalis;
Pensionistas: a devolução da Contribuição Extraordinária paga por meio de boleto bancário será feita na folha de pagamento do mês de junho."

FONTE: Postalis

SINTECT-AL

05/05/2015

Após quase 50 anos, FGTS pode sofrer mudança histórica e dobrar rendimento ao trabalhador



Todos os meses, milhões de trabalhadores brasileiros com carteira assinada contribuem com o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). Mas o rendimento desses recursos que vão para o fundo fica muito abaixo da inflação nos últimos anos.

Na prática, significa que os empregados estão perdendo dinheiro, já que o rendimento é menor que a alta geral de preços. Porém, quase 50 anos após a sua criação, o FGTS pode sofrer uma mudança histórica, se for aprovado um projeto que está prestes a ser apresentado ao Congresso Nacional.

Atualmente, a atualização do FGTS ocorre pela TR (taxa referencia
l) + 3% ao ano. A TR tem sido algo próximo de zero, fazendo com que o trabalhador tenha uma das menores remunerações do mercado.

Os empregados já podem ter perdido quase 90% do saldo do FGTS desde 1999, corroídos pela inflação, segundo ação protocolada no STF (Supremo Tribunal Federal) pelo deputado federal Paulo Pereira da Silva (SD-SP).

O projeto do PMDB, do DEM e do Solidariedade — anunciado pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), no dia 1º de maio — é que os novos depósitos a partir de janeiro de 2016 passem a ser reajustados de acordo com a caderneta de poupança: algo em torno de 6% ano. Ainda assim, o rendimento estaria abaixo da inflação — que deve fechar em 8,26% em 2015 — e faria com que o trabalhador não tivesse um rendimento real.
A lei autoriza o governo a usar o dinheiro do FGTS para financiar moradias populares. É assim que o Minha Casa Minha Vida é custeado. Somente no ano passado, foram gastos R$ 43,9 bilhões em projetos habitacionais (70% do total investido), segundo o MTE (Ministério do Trabalho e Emprego).
Se o projeto for aprovado, vai ficar mais caro para o governo emprestar o dinheiro do trabalhador para construir casas. A consequência pode ser uma desaceleração de programas como o Minha Casa Minha Vida.

Mas a professora e conselheira do Cofecon (Conselho Federal de Economia) Celina Ramalho diz que é preciso pensar como será a aposentadoria da população economicamente ativa de hoje. Segundo ela, o FGTS é uma forma de assegurar mais dinheiro às pessoas que deixarem de trabalhar daqui a 50 anos.

— O Congresso vai ter que decidir entre o déficit habitacional e a aposentadoria da atual geração economicamente ativa. Nós podemos continuar gastando hoje com habitação e, no futuro, o retorno do Fundo de Garantia para quem se aposentar vai ser menor.

Atualmente, há diversas ações na Justiça de trabalhadores que pedem a correção do reajuste. Segundo a economista, o governo precisaria ter entre R$ 150 bilhões e R$ 300 bilhões, se fosse para sanar os prejuízos decorrentes da inflação no FGTS — dinheiro que o governo não tem.

Para o advogado Paulo Hoffman, uma eventual mudança é impactante também para o patrão, mas é necessária. Ele fala que as demissões sem justa causa vão ficar mais caras, já que a multa de 40% sobre o Fundo de Garantia vai ser calculada pela remuneração da poupança.

— Se o governo tem que te pagar a correção do FGTS com uma remuneração justa. Então, a multa de 40% também seria devida. Mas é um direito do trabalhador. Não tem porque esse dinheiro ser mal remunerado.

O projeto tende a dividir, mais uma vez, o governo e algumas alas do Congresso. Encabeçado por Eduardo Cunha, a proposta vai ser apresentada no momento em que o Palácio do Planalto tenta cortar gastos de todos os lados. O presidente da Câmara nega que isso vá impactar nas contas públicas, já que o Fundo de Garantia é independente. Celina diz que é possível fazer o ajuste fiscal e mudar a forma de atualizar o FGTS.

— Não terá impacto nas contas públicas. Além disso, existe um saldo do Fundo de Garantia que terá sido remunerado com base na TR. Esse dinheiro pode continuar sendo usado para diminuir o déficit habitacional, que hoje deve ser de aproximadamente 6 milhões de moradias.
Cunha alega que “não terá argumento para alguém ficar contra esse projeto”. O Ministério do Trabalho e Emprego disse que até agora nenhum parlamentar procurou a pasta para discutir as eventuais mudanças no FGTS.


Fonte:
http://noticias.r7.com/brasil/apos-quase-50-anos-fgts-pode-sofrer-mudanca-historica-e-dobrar-rendimento-ao-trabalhador-05052015

SINTECT-AL

SINTECT-RJ

Paralisação em Benfica dá início ao Dia Nacional de mobilização contra ao PL 4330.

paralisação benficaA diretoria do SINTECT-RJ fez um grande ato na frente do complexo de Benfica para marcar o dia nacional de combate ao PL 4330. Segundo Ronaldo Martins, secretário geral do sindicato, a ação mostra a força de uma categoria que está sendo desmontada pela terceirização de diversos setores fundamentais para o funcionamento da empresa. “Somos contra a PL 4330 porque ela representa o fim dos Correios como empresa pública e estratégica para o projeto de país que nós queremos. Esse projeto de lei consolida tudo que combatemos durante os piores anos de neoliberalismo  e não pode descer goela abaixo da sociedade. Somos contra, os trabalhadores são contra e a sociedade também é contra. Somente esse inescrupuloso Congresso Nacional, com deputados eleitos com dinheiro dos empresários é capaz de propor uma aberração dessas,” protesta o diretor.
A atividade em iniciou às 3h00 da manhã e vai se somar aos milhares de atos, paralisações e greves que acontecem em todo país que atendem ao chamado das centrais sindicais e movimentos sociais do dia nacional de mobilização contra a PL 4330. Para Ronaldo Leite, as ações das centrais de se unificarem para enfrentar a força dos patrões no Congresso Nacional será fundamental para barrar o projeto que caminha em ritmo acelerado no congresso. “Somente a mobilização dos trabalhadores em todo o país poderá reverter essa situação,” destaca Ronaldo Leite que é carteiro e presidente da CTB-RJ (Central dos Trabalhadores e Trabalhadores do Brasil).
Retirada das empresas públicas não resolve o conflito
Para Ronaldo Martins a retirada das empresas públicas foi um grande avanço, mas ainda assim a PL 4330 é um crime contra o mundo do trabalho. “Não estamos olhando apenas para nossa categoria, somos trabalhadores e entendemos que esse tipo de lei é um retrocesso para nosso país. Somos solidários quando se trata do direito dos trabalhadores, por isso estamos mobilizando os ecetistas para lotar o ato convocado pelas centrais sindicais na Cinelândia,” argumenta. Para o diretor somente a unidade dos trabalhadores poderá reverter esse cenário de ataque aos nossos direitos. “Os trabalhadores têm que estar unidos, amanhã o ataque poderá ser contra nossa categoria e vamos ter que mobilizar toda a sociedade para combater o Congresso Nacional dos patrões,” conclui.
Ato também destacou Postalis, contratações e PLR
O diretor jurídico do SINTECT-RJ, em sua fala, destacou a presença do diretor regional no Complexo de Benfica durante o ato realizado e lembrou que os ecetistas estão dispostos ao diálogo, mas exigem melhoria nas condições de trabalho agora. “Não adianta o diretor passar por aqui aborrecido, estamos fazendo nosso papel de defender a empresa dos ataques dos neoliberais. Na verdade ele deveria estar aqui ao nosso lado para cobrar do presidente Wagner Pinheiro os recursos para solucionar os problemas que a DR\RJ está enfrentando, exigir a realização do concurso público, além do cobrar o balancete da empresa para se ter o valor da PLR,” destacou o diretor que exigiu ainda a imediata revogação do aumento do Postalis considerado um roubo do dinheiro dos trabalhadores.
As condições de trabalho e a falta de segurança foram destacados por Sebastião Brasil, diretor do sindicato. “É preciso ver que a terceirização que temos enfrentado em nossa DR\RJ só trouxe prejuízos para a empresa, pela falta de treinamento e qualificação, assim como a terceirização dos motoristas. Nossa DR\RJ continua abandonada porque ainda não conseguimos obter avanços que melhorem a segurança dos trabalhadores. Já temos carteiro com mais de 50 assaltos, e a empresa insiste em não colocar escolta,” destacou o diretor.
FONTE-SINTECT-RJ

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