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quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

SINTECT-RS

 
[09/12/2014]

PERSEGUIÇÃO AO TRABALHADOR GREVISTA

Os trabalhadores do nosso estado se conscientizaram que a “transformação” do nosso plano de saúde não seria nada seguro para nós. Entendendo dessa forma os trabalhadores se mantiveram 43 dias firmes na greve em favor do Correios Saúde. Foi uma árdua batalha, em que mais uma vez a empresa não negociou com os trabalhadores.
Sentimos mais uma vez o peso da traição dos sindicatos ligados ao PT e PCdoB, pois não entraram na luta conosco e com os outros sindicatos que também estavam na linha de frente da greve. Mais uma vez a empresa usou a justiça burguesa como arma para pressionar nossa desistência e assim de deu a punição.
Tivemos 15 dias descontados e tivemos que compensar os outros 27 dias. Mas a empresa não estando contente com essa situação, passou a iniciar processos administrativos contra os trabalhadores que optavam por não compensar ou não o faziam por não ter possibilidade naquele momento.
Imediatamente o jurídico do SINTECT/RS elaborou uma resposta padrão para os trabalhadores e também orientou os ecetistas a ingressarem na Justiça buscado a nulidade das SID’s e indenizações por danos morais, face a perseguição.
Além disso, o Sindicato ingressou com uma ação coletiva que tem o seguinte pedido: que a empresa se abstenha de instaurar qualquer processo administrativo/disciplinar aos trabalhadores participantes da greve de 2014, eis que não há qualquer previsão legal para tal procedimento, uma vez que tal situação não foi determinada pelo TST. A primeira audiência desse processo ocorreu no dia 02/12/14, e sobre ela é importante fazer alguns registros:
- o preposto da empresa esclareceu que o trabalho está em dia e que não há serviço acumulado dentro da ECT, em virtude da greve 2014;
- em virtude desse esclarecimento o Juiz da 5ª Vara do Trabalho de POA determinou uma nova prorrogação de prazo para as compensações, até 28/02/2015;
- Importante registrar que NÃO foi o sindicato, nem a empresa que fez esse requerimento, o Juiz por iniciativa própria determinou essa prorrogação.
- A empresa não poderá de forma alguma iniciar qualquer tipo de processo administrativo/disciplinar contra os trabalhadores grevistas durante esse prazo;
- Os empregados que se enquadram na condição de grevista e que ainda tem compensação pendente, deverão ser comunicados PESSOALMENTE ficando a cargo da ECT efetuar o respectivo registro;
- O juiz determinou que a ECT, no prazo de 05 cinco dias, publique comunicação a ser afixada nos postos de trabalho, dando ciência aos trabalhadores da presente decisão.
- Na hipótese de descumprimento das presentes determinações, a ECT deverá pagar pena pecuniária correspondente a R$ 1.000,00 por dia e por trabalhador.
Uma vez que o preposto da empresa confessou que NÃO HÁ SERVIÇO ACUMULADO, ou seja, a empresa não poderá fazer convocações para compensar a greve, pois não há trabalho a ser realizado. Embora alguns trabalhadores questionem o novo prazo fixado pelo Juiz, novamente deve ser salientado que tal prazo foi determinando pelo Juiz (trata-se de uma decisão judicial do Juiz da 5ª Vara do Trabalho de POA), mas o mais importante é que as informações do preposto da ECT confirmam a nossa tese e provavelmente a sentença desse processo será em favor do Sindicato.
Já foi marcada uma nova audiência que será no dia 19/03/2015, às 16h30. Nessa será discutida a nulidade dos processos administrativos anteriormente iniciados.
A diretoria do SINTECT/RS e a assessoria jurídica estão à disposição da categoria para esclarecer qualquer dúvida acerca desse assunto.
Assessoria de Comunicação
09/12/2014 21:09:25
C/Informações da assessoria jurídica (Escritório Young, Dias, Lauxen e Lima Advogados Associados) e pelo diretor jurídico do Sindicato:
Secretário de assuntos jurídicos-SINTECT/RS: Rodrigo Alves
E-mail:digo.sintectrs@gmail.com
Face: Rodrigo Cardoso Alves
(51) 8580.8045 - OI (WhatsApp)
(51) 8230.4548 - TIM


FONTE-SINTECT-RS

SINTECT-AL

 
08/12/2014

Correios flertam com prejuízo em 2014




A defasagem de preços administrados, que fez estragos na Petrobras e na Eletrobras, abalou também o caixa da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT). O resultado financeiro da estatal, segundo o Valor apurou com três fontes diferentes, estava negativo no acumulado do ano até outubro. Há grande confiança da diretoria em voltar ao azul no último bimestre. Se a expectativa frustrar os gestores, entretanto, seria o primeiro prejuízo líquido dos Correios desde 1995.
A delicada situação financeira deste ano foi exposta em uma reunião entre executivos da empresa e sindicalistas, no Tribunal Superior do Trabalho (TST), no dia 19 de novembro. No encontro, que buscava avançar nas arrastadas negociações em torno do pagamento de participação nos lucros e resultados (PLR), os trabalhadores afirmam ter recebido a informação de que o resultado estava negativo em aproximadamente R$ 150 milhões. O Valor não conseguiu confirmar esse número.
Boa parte da culpa recai sobre o déficit nas tarifas postais. Em 2012, o lucro líquido atingiu R$ 1,1 bilhão e foi impulsionado pelas aplicações financeiras da estatal. No ano seguinte, sem nenhum reajuste das tarifas, o desempenho caiu para R$ 325 milhões. Em junho, depois de cerca de dois anos de congelamento, o governo deu sinal verde para um aumento médio de 7,85% nos serviços "não concorrenciais" dos Correios - ainda abaixo da variação de 13,66% do IPCA acumulado desde o reajuste anterior. O efeito da defasagem, conforme pessoas com conhecimento do assunto, pode tirar até R$ 400 milhões de receitas operacionais da empresa neste ano.
Um estudo para a recomposição tarifária foi entregue ao ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, que preside o conselho de administração da ECT. Para ter sucesso, o plano depende de um aval do Ministério da Fazenda, que não tem dado abertura às discussões, segundo fontes.
Serviços "não concorrenciais" são aqueles nos quais a estatal ainda detém monopólio postal, como a entrega de cartas e telegramas. Parece uma atividade obsoleta, com os avanços tecnológicos, mas não se restringe meramente a simples cartas pessoais. Abrange também correspondências de bancos e concessionárias públicas, como distribuidoras de energia e companhias de abastecimento de água.
Em outra frente, a ECT tem feito uma aposta nos serviços "concorrenciais", como encomendas expressas e a logística "de porta a porta" para grandes redes varejistas. A diversificação de atividades tem surtido resultados, mas ainda representa 49% das receitas.
A expectativa da diretoria dos Correios é sair do vermelho nos dois últimos meses do ano. Trata-se de um período normalmente favorável às contas da estatal, justamente pelo maior volume de encomendas, devido às compras de Natal. Também houve efeito positivo das entregas decorrentes da "Black Friday", em novembro, que gerou movimento acima do esperado.
Só que um fator pouco habitual pressiona as despesas em dezembro. O pagamento de PLR a cerca de 120 mil trabalhadores, que ocorre tradicionalmente no primeiro semestre, só foi feito na sexta-feira passada. Uma novela, que envolveu mediação do TST, se estende desde o início de 2014 e ainda não foi totalmente resolvida.
A estatal condicionou o pagamento do valor de R$ 626 à aceitação de um acordo definindo a PLR do próximo biênio. Pelo menos sete dos 30 sindicatos regionais filiados à Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios, Telégrafos e Similares (Fentect) rejeitaram a proposta. Com isso, uma parte do contingente de empregados recebeu apenas R$ 207, que também foram depositados na sexta-feira. O racha deve resultar em ações trabalhistas com pedido de isonomia para toda a categoria.
Em nota, a ECT confirmou o resultado negativo até outubro, sem citar valores. Relativizou, no entanto, o significado dos números parciais. "Salientamos que o resultado acumulado teve impacto de grandes desembolsos realizados em outubro e que não se repetirão nos outros meses: diferença do reajuste do acordo coletivo de trabalho (R$ 90,5 milhões); diferença do reajuste do vale alimentação/refeição (R$ 160 milhões) e plano de demissão incentivada (R$ 260 milhões)", afirmou a estatal, reforçando sua expectativa de reverter o prejuízo até o fim do ano.
Para os Correios, as despesas com o pagamento da PLR não devem ser decisivas no resultado final de 2014. "O dispêndio total foi em torno de R$ 52 milhões, portanto há impacto, mas não é o mais relevante no período."
Na tentativa de diversificar suas fontes de receita, os Correios estão se aventurando por novas áreas, como a oferta de serviços financeiros - por meio do Banco Postal. Uma das frentes abertas recentemente, porém, acabou não se concretizando. A criação de uma operadora virtual de telefonia celular, prevista para este ano, não deu certo. A Poste Mobile, subsidiária da Poste Italiane - empresa postal da Itália - desistiu da parceria fechada com os Correios para explorar o negócio.
"É fato que correios de diversos países passam por um momento de redução de receitas, devido à redução do volume de mensagens físicas. Justamente por isso os Correios já trabalham hoje a oferta de novos serviços nos segmentos postais eletrônicos, financeiros e de logística integrada, dentro do processo de revitalização da estatal", disse a ECT. Essa transição tem ocorrido aos poucos. Os serviços não concorrenciais ainda equivalem a 51% das receitas operacionais. E o Brasil tem a segunda menor tarifa de carta pessoal simples, em dólar, em um universo de 34 operadores postais pesquisados.

FONTE: http://www.valor.com.br/empresas/3807504/correios-flertam-com-prejuizo-em-2014

SINTECT-AL

 
08/12/2014

Após intervenção do Sintect-AL atendimento médico hospitalar volta a ser normalizado pela Postal Saúde





O Sintect-AL acionou a direção nacional da Postal Saúde para que o atendimento aos ecetistas no Hospital dos Usineiros fosse normalizado. Recentemente os serviços estavam suspensos por falta de pagamento ao hospital e a alguns médicos e dentistas na capital e interior. O fato vinha causando transtornos a vários trabalhadores que cansados de esperar uma solução resolveram procurar o sindicato para reclamar da falta de atendimento.
Diante da morosidade para se normalizar a situação, restou ao Sintect-AL intervir para que a direção nacional da Postal Saúde resolvesse o problema. “Fico aliviado em saber que graças ao sindicato o Hospital dos Usineiros voltou a nos atender normalmente. Se tivéssemos que esperar pela Postal Saúde de Alagoas, a situação só iria piorar já que eles têm dificuldades até para normalizar o serviço de médicos que atendem em consultório, imagine um hospital de referência como o dos Usineiros.” Declarou um trabalhador que pediu para não ser identificado.
O Sintect-AL recomenda ao ecetista que tiver problemas devido a suspensão no atendimento de hospitais, médicos ou dentistas, para formalizar denúncia no sindicato e na ouvidoria da Agência Nacional de Saúde a fim de garantir seus direitos. Para quem não sabe, a ouvidoria tem a missão de representá-lo dentro da Agência Nacional de Saúde Suplementar, garantindo que as suas manifestações sobre os serviços prestados pela assistência médica dos Correios sejam investigadas de forma independente e imparcial. Basta ligar para 0800 701 9656, de 2ª a 6ª feira, das 8h às 20h, exceto feriados nacionais e fazer a denúncia.

FONTE-SINTECT-AL

SINTECT-SANTOS-SP

Veículos dos Correios não precisam pagar IPVA

by 
O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta que os Correios não são obrigados a pagar o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) sobre os carros de sua frota. A decisão, tomada pela maioria dos ministros presentes à sessão, confirma entendimento de que a estatal tem imunidade tributária.
A ação julgada se refere à cobrança feita pelo estado da Paraíba, mas a decisão do STF cria entendimento válidos para todos as demais unidades da federação. Outras ações já julgadas pelo STF já reconheceram a imunidade dos Correios no pagamento de outros tributos, como ICMS e IPTU.
No processo, os Correios argumentavam que, como empresa pública, é obrigada a prestar uma série de serviços não contemplados por empresas privadas concorrentes e, por isso, não estaria sujeita ao pagamento de tributos como o IPVA.
A Empresa de Correios e Telégrafos (ECT) alegava que, na condição de empresa pública à qual foi delegada a prestação de serviços públicos, não explora atividade econômica, cabendo a aplicação do princípio da imunidade recíproca (artigo 150, inciso VI, alínea “a”, da Constituição Federal). Por desempenhar atividades típicas da União, não tem por objeto o lucro e, portanto, não está sujeita ao IPVA.
O relator da ação, ministro Marco Aurélio Mello, votou a favor da tributação, sob o argumento de que a “imunidade recíproca” só ocorre entre os entes da federação (União, estados e municípios), proibidos de cobrar tributos um dos outros. Ele, no entanto, foi vencido pelos demais ministros do STF.
FONTE-SINTECT-SANTOS-SP
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SINTECT-SANTOS-SP

Acordo trianual pode zerar PLR’s de 2014 e 2015 e impor o Postal Saúde

by 
No Primeira Hora do dia 25 de novembro, a ECT fez uma nova chantagem para pressionar os trabalhadores a aceitarem assinar o acordo da PLR 2013. Lançou dois contracheques – um com o valor completo da PLR e outro com o valor parcial, com cerca de um terço do pagamento. A empresa disse que só pagará o valor completo para as bases sindicais que assinarem o acordo.
A PLR 2013 é um DIREITO e já devia estar em nossos bolsos há seis meses. Porém, a empresa está se utilizando dela para manipular a categoria: só aceita pagar a PLR 2013 se assinarmos o acordo para 2014 e 2015 também. O problema é que os critérios de pagamento para os próximos dois anos podem ZERAR as próximas PLR’s.
Na reunião do dia 19 de novembro no TST, o que travou a negociação foi que a empresa tem o dinheiro em caixa, já divulgou os valores da PLR 2013 (mínimo R$ 614 e máximo R$ 711), que seriam pagos até a 1ª semana de dezembro, mas só aceita pagar se for fechado o acordo trianual. E nisso há dois problemas:
1 – Em reunião realizada no dia 18/11 a área financeira da ECT informou aos representantes sindicais que em 2014, até o mês de outubro a empresa está com balanço negativo de R$150 MILHÕES, mesmo que o faturamento bruto tenha crescido em mais de R$1 bilhão em relação ao ano passado. Ou seja, nós ralamos muito, a empresa supera o faturamento do ano anterior em cima do nosso suor, mas a PLR só é paga após a empresa retirar os “investimentos” (como R$300 milhões para as Olimpíadas, R$42 milhões para a nova logomarca, além de R$300 milhões para a privatização da empresa via CorreiosPar) e extrair o lucro líquido, que em 2014 e 2015 pode ser ZERO ou muito próximo disso. A FENTECT propôs à ECT a garantia de pagamento de um valor mínimo, caso se concretize o baixo lucro oficial apresentado pela ECT, mas a empresa não aceitou.
2- Nos critérios da PLR 2015 a empresa quer colocar concorrência entre as DR’s. Ou seja, se uma DR atingir a meta e outra não, aquela que atingiu recebe uma PLR maior.
Se assinarmos esse “acordo” do jeito que está e receber a PLR 2013 até a primeira semana de dezembro, ao mesmo tempo estaremos assinando um cheque em branco para a empresa, que pode maquiar novamente os lucros ao ponto de não haver pagamento das PLR’s 2014 e 2015.
Postal Saúde
Além disso, há um novo ataque no “acordo” da PLR contra nosso Correios Saúde. Se assinarmos o acordo iremos receber um pacote de ataques até contra o nosso plano de saúde que não tem nada a ver com o nosso pagamento! A reunião que discutia a PLR no TST teve a presença do diretor do Postal Saúde, que não tinha motivos de entrar no meio da história, não fosse a greve de São Paulo, que entre suas pautas pediu a discussão do plano de saúde. A empresa se aproveitou disso para impor mais um ataque ao Correios Saúde, já sucateado pela Postal Saúde.
Escondido no último parágrafo do acordo, a empresa institui a criação do Comitê Paritário de Qualidade do Plano de Saúde, composto por quatro representantes da empresa e quatro representantes dos trabalhadores – dois indicados pela Fentect e dois pela federação pirata e ilegal, a Findect.
Participar desse conselho é legitimar o Postal Saúde e abrir brechas para a ECT enterrar de vez nosso Correios Saúde. Não podemos deixar isso acontecer! Chega de desrespeito com o trabalhador!

FONTE-SINTECT-SANTOS -SP

SINTECT-RS

 
[24/11/2014]

2ª HORA – INFORMATIVO DO TRABALHADOR - Novela da PLR

Novela da PLR. Estamos vendo a reprise de um capítulo já passado.
Novamente a direção da ECT divulga em seus informativos internos que só irá receber PLR aqueles que aceitarem a proposta de PLR por três anos.
Primeiro ressaltamos que a semanas atrás a mesma informação foi dada, e ao contrário do que eles mesmos divulgaram, a proposta foi aceita na maioria dos sindicatos portanto pela Findect e Fentect e na hora de a ECT pagar recusaram e se negaram a pagar.
Novamente, foi reformulada a proposta de PLR por 3 anos, onde inclusive já indical que ano que vem será dificil recebermos alguma coisa pois supostamente a empresa não obteve lucro. Isso mesmo, Pasmem! Neste ano não produzimos o suficiente para receber PLR ano que vem.
Notoriamente essa proposta de PLR é uma vitória da empresa sobre a categoria. Onde nos deram o calote até agora, nada acontece à ECT e ainda somos obrigados a dar um cheque em branco pelos próximos dois anos, entregando um direito nosso que é o de receber uma PLR digna e justa.
O Sintect RS já reafirmou sua posição de que é FAVORÁVEL AO PAGAMENTO IMEDIATO DA PLR 2013, e entende que, conforme prevê o ACT a PLR deve ser NEGOCIADA entre as partes e nã IMPOSTA a vontade da direção dos Correios e do governo Dilma e os trabalhadores apenas aceitar.
Por isso alertamos ao trabalhador: Não existe essa história de que para receber a PLR depende do sindicato, se dependesse do sindicato já teríamos recebido em Abril que deveria ser e não estaríamos a tanto tempo esperando por essa migalha de R$600,00.
O que cada um deve pensar: Por tudo produzido ao longo do ano, por tantas dobras feitas será que valemos apenas R$600,00?
Chega de enrolação. Paga logo a PLR ECT.
Trabalhadores motociclistas perdem dinheiro com a incorporação do adicional de periculosidade
Como o sindicato já havia alertado a direção da ECT não pretende conceder de fato aos motociclistas da categoria a incorporação do adicional de periculosidade No último contracheque, acrescentaram esse adicional em conjunto com os 30%. Para efeito de cálculos de desconto este foi levado em consideração porém mais abaixo os 30% de adicional de risco foi retirado, Ou seja, essa falsa incorporação só serviu para aumentar os descontos a categoria.
Esse golpe foi armado no último acordo coletivo de trabalho, onde na clausula 66 colocam que não pode haver acumulo de vantagens, porém a forma que estão operando essa mudança prejudica mais ainda os trabalhadores.
O Sindicato está ciente dessa situação e está tomando as medidas cabíveis no sentido de que nenhum trabalhador tenha perdas financeiras. Em breve estaremos divulgando maiores informações e orientando quais medidas devem ser tomadas.
4ª Feira: REUNIÃO DE DELEGADOS SINDICAIS NA SEDE DO SINDICATO
Chamamos a todos os delegados sindicais a comparecerem na sede do sindicato na próxima quarta feira, às 19:00 para debater a linha de atuação do sindicato neste final de ano.
Proposta de pauta: Dobras, entrega pela manhã e construção de paralisação em Dezembro.
Chega de sobrecarga e dobras! Entrega pela manhã já!


FONTE-SINTECT-RS
24/11/2014

SINTECT-AL

22/11/2014

Justiça do Trabalho determina que ECT contrate concursados no lugar de terceirizados




     A Justiça do Trabalho prorrogou a validade do concurso público de edital 11/2011 da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) e determinou à empresa que promova um estudo para identificar a quantidade de trabalhadores efetivos que devem ser contratados, para convocar os trabalhadores do cadastro de reserva do certame até esse limite. A sentença, assinada pela juíza Audrey Choucair Vaz, atuando na 15ª Vara do Trabalho de Brasília, se baseou na constatação da utilização do contrato de mão de obra temporária para atender a demandas permanentes da ECT, ao invés de demandas temporárias ou sazonais.O Ministério Público do Trabalho (MPT) ajuizou Ação Civil Pública contra a ECT após constatar a existência de contratação de empregados para realização de atividades fim da empresa, em contratos temporários, renovados indefinidamente, em prejuízo à contratação de trabalhadores por meio de regular concurso público, aprovados ou em cadastro de reserva.
     Para o MPT, a reiteração e a extensão dos contratos de prestação de serviços terceirizados descaracterizaria o contrato temporário, o que configuraria o direito à nomeação dos trabalhadores aprovados em concurso público. Em sua defesa, a ECT reconheceu que contratava trabalhadores na sua atividade fim, mas que fazia isso pra suprir a deficiência de pessoal para atender à demanda de serviços.

Fiscalização
     Consta dos autos, afirma a juíza em sua sentença, relatório da fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego, realizado em 2012, que identificou a existência de trabalhadores terceirizados em situação de efetivo vínculo empregatício -mesmo que nulo - com a ECT. De acordo com a magistrada, contratos administrativos da empresa mostram números expressivos de terceirizados contratados em vários estados brasileiros.
     O direito brasileiro permite a terceirização de pessoal, tema que é tratado pela Lei 6019/1974 e pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), explica a juíza. A norma prevê que as contratações temporárias podem acontecer na atividade meio da empresa ou, no caso de atividade fim, apenas por prazo definido e transitório (três meses), com limitada possibilidade de renovação e com expressa identificação da circunstância justificadora no contrato individual de trabalho, entre outras. Fora desses requisitos, a terceirização de serviços caracteriza ilegalidade, sustenta a juíza. E se acontece em empresa pública, afronta, ainda, o princípio constitucional de acesso aos cargos e empregos públicos mediante concurso.
     Como a ECT compõe a Administração Pública, a contratação de trabalhadores terceirizados para realizar tarefas que são permanentes enseja o reconhecimento do direito à nomeação e admissão dos trabalhadores que se submeteram a concurso público para as mesmas funções, e que tenham sido aprovados em cadastro de reserva. “A despeito de tais candidatos terem se submetido a concurso público para formação de cadastro de reserva, tal modalidade de concurso pressupõe que, havendo a necessidade permanente de pessoal, aqueles aprovados no cadastro de reserva serão chamados para formalização do contrato de trabalho”, afirma a magistrada.
     Com esses argumentos, a juíza deferiu a prorrogação da validade do concurso público de edital de seleção externa 11/2011 até o trânsito em julgado da sentença, além de determinar que a ECT apresente, em seis meses, um estudo de dimensionamento do seu quadro de pessoal, de forma a reduzir as contratações temporárias às situações efetivamente emergenciais e de duração reduzida, e proceda à convocação, para fins de admissão, todos os trabalhadores aprovados no concurso público de edital de seleção externa 11/2011 da empresa – ou se insuficientes, os dos concursos posteriores – até que se alcance o número de contratações necessárias reveladas pelo estudo.

Terceirização
     Com a intensificação da terceirização no mercado brasileiro, a juiz afirma, na sentença, que já é possível vislumbrar uma série de problemas que envolvem a questão, principalmente do ponto de vista do próprio trabalhador. Segunda ela, o trabalhador terceirizado, apesar de realizar atividades semelhantes aos empregados tradicionais do tomador de serviços, geralmente nas mesmas dependências que ele, é empregado de outra empresa, a qual quase sempre não conhece e com a qual não estabelece relacionamento mais intenso. Tanto é que, em inúmeros casos, quando se encerra o contrato entre as empresas prestadora e tomadora, o contrato de trabalho é rompido. “Não se estabelece uma relação de pertencimento ou de identificação entre o empregado e seu empregador”.
     O terceirizado sofre um processo de alienação, posto que ao ser contratado para posto específico, não há como progredir funcionalmente na empresa tomadora, e dificilmente o será na empresa prestadora. São trabalhadores que por inúmeros e sucessivos anos realizam as mesmas tarefas e ocupam os mesmos cargos, geralmente “pulando” de uma para outra empresa de terceirização.
     Como consequência disso, muitos trabalhadores terceirizados acabam não gozando normalmente de férias, posto que na maioria das vezes têm seus contratos de trabalho rompidos antes de gozá-las e as recebem de forma indenizada – quando conseguem receber. Para a juíza, as férias, como um descanso anual remunerado do trabalhador, tem importante papel na sua recuperação, momento em que o trabalhador pode exercer seus outros papéis que às vezes ficam prejudicados no cotidiano, ou seja, seus papeis como cidadão, membro da família.
     “Não é a toa que tais trabalhadores submetem-se a um percentual de adoecimento decorrente do trabalho superior ao trabalhador tradicional (empregado direto) e recebem salário inferior àqueles que exercem as mesmas tarefas, contratados diretamente pela empresa tomadora”, concluiu a magistrada.
(Mauro Burlamaqui)
Processo nº 0001035-92.2013.5.10.015

FONTE: http://www.ambito-juridico.com.br/site/index.php?n_link=visualiza_noticia&id_caderno=&id_noticia=124041

SINTECT-AL

25/11/2014

Aprovada PLR de 626 reais





A categoria dos Correios em Alagoas aprovou na noite desta terça-feira (25) a proposta de Participação nos Lucros e Resultados 2013, no valor de R$ 626,00. Durante a reunião, a diretoria do Sintect-AL tirou as dúvidas dos trabalhadores e deliberou para que a assembleia decidisse de forma soberana a proposta que os ecetistas entendessem como a menos ruim para todos. Portanto, sobre um tema polêmico, o Sintect-AL fez valer a soberania dos trabalhadores para que eles fizessem sua escolha de forma livre e democrática.

FONTE-SINTECT-AL
domingo, 9 de novembro de 2014

SINTECT-RS

08/11/2014]

Assédio moral contra servidor pode se tornar ato de improbidade administrativa



A prática de assédio moral contra o servidor público poderá ser enquadrada como ato de improbidade administrativa. Pela proposta aprovada nessa quarta-feira (5) na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, o assédio moral passa a ser mais uma conduta contrária aos princípios do serviço público prevista na Lei de Improbidade Administrativa (Lei 8.429/1992).
Essa, inclusive, foi a principal mudança trazida no substitutivo do senador Pedro Taques (PDT-MT) ao projeto de lei (PLS 121/2009) do senador Inácio Arruda (PCdoB-CE). No texto original a conduta era inserida no rol de proibições da Lei 8.112/1990, que instituiu o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais.
“O assédio moral é execrável em qualquer ambiente de trabalho, mas torna-se ainda mais reprovável quando se trata do serviço público, em que o eventual exercício de cargos de chefia se dá em nome do interesse público e deve ser pautado pelos princípios constitucionais da impessoalidade e da moralidade”, destacou Inácio Arruda.
O texto define assédio moral como “coação moral realizada por autoridade pública contra subordinado, por meio de atos ou expressões que afetem sua dignidade ou imposição de condições de trabalho ¬humilhantes ou degradantes”. Entre as penas previstas para a prática de improbidade administrativa estão: perda de função pública, suspensão dos direitos políticos de oito a dez anos e pagamento de multa.
O projeto precisa passar por mais um turno de votação na CCJ do Senado. Se não houver recurso para votação pelo plenário da Casa, o projeto será encaminhado à Câmara dos Deputados.
Fonte: Agência Senado
08/11/2014 21:19:12

SINTECT-RS
quarta-feira, 5 de novembro de 2014

SINTECT-AL

TST faz outra proposta sobre a PLR 2013

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Depois de muita ladainha, a ECT anunciou que tem R$ 76 milhões para dividir na PLR 2013 e que o valor mínimo ficará em torno de R$ 600. Porém, a direção dos Correios insiste em só pagar esse benefício se os trabalhadores aceitarem um acordo que também estabeleça os critérios das PLRs 2014 e 2015. Ou seja, a ECT usa o beneficio deste ano – que já deveria ter sido pago no mês de maio – como chantagem para que a categoria aceite regras para os próximos anos que podem diminuir mais ainda o valor que receberemos, além de exigir produtividade e incentivar a concorrência entre os setores.
Nas assembleias realizadas na semana passada, nós aceitamos o pagamento imediato da PLR 2013 no valor mínimo de R$ 600,00, mas rejeitamos a imposição de critérios para os próximos dois anos. A maioria das bases sindicais rejeitou esse acordo proposto pela Empresa. Porém, na reunião realizada no Tribunal Superior do Trabalho (TST), nesta quarta-feira (22), a direção dos Correios rejeitou a decisão dos trabalhadores e insistiu na proposta de atrelamento da PLR por três anos, que acaba por não dar nenhuma garantia aos trabalhadores.
Cumprindo seu papel de sempre beneficiar a Empresa, a justiça, na figura do ministro Ives Gandra, sugeriu uma “mediação”. Pela proposta do ministro, a ECT pagará a PLR deste ano ainda em outubro e os mesmos critérios serão aplicados na PLR 2014. Já os critérios da PLR 2015 continuariam em discussão até o dia 17 de novembro de 2014.
Essa novo proposta diz que, para a PLR 2014, a direção dos Correios siga o mesmo procedimento proposto para a PLR 2013. Assim, a ECT teria que dobrar novamente a parcela do lucro que é usualmente destinada à PLR (que corresponde a 25% dos lucros divididos aos acionistas), buscando junto ao Departamento de Coordenação e Governança das Empresas Estatais  (DEST) uma segunda parcela com o mesmo valor.
O TST deu o prazo até semana que vem para que a empresa e os sindicatos se pronunciem sobre a proposta.  Caso uma das partes (ECT ou trabalhadores) não aceitem o acordo, o ministrou ameaçou que irá autorizar a ECT a pagar neste mês apenas uma parte da PLR 2013 (que seria em torno de R$ 300,00). Uma Comissão paritária eleita pela ECT iria continuar as negociações de como será distribuído o resto do montante existente para pagamento da PLR 2013.
Com essa postura, o TST mostra de que lado está. É um absurdo definir que devemos finalizar as negociações sobre a PLR de 2015 até 17 de novembro de 2014, afinal,  não tem porque batermos o martelo sobre a PLR 2015 mais de um ano antes da data do pagamento e sem o balanço financeiro de 2015! Essa proposta de ‘mediação’ apresentada pelo Ministro deve ser avaliada em assembleias de base até o dia 28 de outubro.
Dessa forma, serão realizadas assembleias para avaliar essa nova proposta na próxima terça-feira, dia 28, em Curitiba e nas subsedes no interior do estado. Participe, não deixe de discutir e se posicionar sobre a PLR!
Entenda a novela da PLR 2013
Todos os anos a PLR é uma grande novela na vida dos ecetistas: ou a Empresa paga esse dinheiro passando por cima da negociação com os trabalhadores, ou leva essa negociação para as vias jurídicas e enrola por muitos meses o pagamento do que é nosso por direito! Este ano não foi diferente, a ECT levou a discussão da PLR, que deveria ser paga em maio(!) para o TST e, após meses de enrolação, tentou amarrar no mesmo pacote a negociação das PLRs de 2013, 2014 e 2015.
A primeira proposta da Empresa era de somente R$292, alegando que a parcela do lucro destinado à PLR de 2013 seria de R$ 38 milhões, menor que do ano de 2012.
A direção dos Correios tenta subestimar nossa inteligência alegando que o lucro diminuiu, mas não revela que o valor arrecadado – a receita total – aumentou no último ano. Se o lucro é menor é porque a empresa tem usado a arrecadação para investir em patrocínios, publicidade e outros gastos que em nada melhoram a vida do trabalhador. Com base em informações do Diário Oficial, a empresa teve uma receita 5,8% maior em 2013 do que no ano anterior. Dessa forma, vemos uma inversão de prioridades da Empresa que não dá aumento real aos trabalhadores nem uma PLR justa, mas gastou R$15,5 milhões nos shows comemorativos aos 350 anos dos Correios e abriu um edital de Patrocínio de 35 milhões de reais no ano passado.
FONTE-SINTECT-AL
segunda-feira, 3 de novembro de 2014

SINTECT-PE IMPRENSA

Em anexo, Grito de Alerta e o quadro das assembleias

Em todo o País, 22 bases sindicais da Fentect, além das bases da Findect, aprovaram a proposta conciliadora referente a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) feita pelo ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST) responsável pelo caso, Ives Gandra. A Federação vai comunicar o resultado das Assembleias Gerais ao Tribunal nesta quinta-feira (30) e, até a próxima semana, a Empresa de Correios e Telégrafos (ECT) deverá se pronunciar a respeito do aguardado pagamento da PLR. O depósito do valor está na mão dos Correios.
Com a aceitação da proposta, determinou-se a assinatura conjunta dos critérios da PLR para os anos de 2013 e 2014. Segundo a determinação do Tribunal, referendada durante a maioria das reuniões em cada entidade, o pagamento da PLR será a título de Parcela de Incentivo à Ampliação de Produtividade e Resultados, acrescidos 25% do valor repassado ao Governo. Ou seja, os valores referentes a 2013 serão os seguintes: para uma faixa salarial de até R$ 4mil, serão pagos R$ 614,90; para quem recebe mais de R$ 8mil, R$711. Os Correios ainda precisam levá-la, ao DEST, ligado ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG).

Entenda o que foi aprovado

Se a ECT lucrar 100 milhões em 2014, por exemplo, terá que repassar para o Governo R$50 milhões e para os trabalhadores 25% deste valor. Se as Assembleias tivessem rejeitado a recomendação (leia-se, imposição) feita pelo TST, os Correios teríam permissão de pagar (a título de adiantamento da PLR 2013) apenas 25% dos dividendos pagos ao Governo: R$ 38,6 milhões. Com isso, a PLR não chegaria aos míseros R$ 300 reais por trabalhador.
Negociação
Após muita enrolação, meses de espera, inúmeras reuniões com o TST, finalmente a PLR 2013 deve ser paga. Durante reunião com o TST, a Fentect e a empresa, realizada no dia 22 de outubro, em Brasília, os representantes da patronal repetiram a mesma proposta rejeitada por grande parte dos sindicatos filiados à Federação. Nela, a ECT visava impor, desde já, valores para as PLRs de 2014 e de 2015. Atuando como “mediador”, o ministro recomendou um acordo a ser avaliado pelas bases sindicais até o dia 28 de outubro, em Assembleias Gerais. 



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DIÁRIO DE PERNAMBUCO

Mobilidade »Acidente entre micro-ônibus e caminhão de gás deixa três feridos na Estrada da Muribeca

Publicação: 03/11/2014 16:45 Atualização: 03/11/2014 18:22

Foto: Andreia Nóbrega/WhatsApp/Cortesia
Foto: Andreia Nóbrega/WhatsApp/Cortesia
Um acidente envolvendo um micro-ônibus e um caminhão de gás deixou três pessoas feridas, na tarde desta segunda-feira (03), na Estrada da Muribeca, em Jaboatão dos Guararapes. A colisão aconteceu nas proximidades da fábrica Norvidro, entre os Conjuntos Marcos Freire e Muribeca. Uma pessoa ficou presa nas ferragens.

Segundo informações não oficiais, o motorista do micro-ônibus teria desmaiado ao volante, o que teria causado o acidente. De acordo com o Corpo de Bombeiros, uma equipe de resgate foi acionada e prestou socorro para três feridos sem gravidade, às 16h.
FONTE-DIÁRIO DE PERNAMBUCO

BLOG DO FRANCISCO EVANGELISTA

sábado, 1 de novembro de 2014

Protesto em São Paulo pediu impeachment de Dilma

Cerca de mil pessoas, segundo a Polícia Militar, participam de um protesto na tarde deste sábado (01), na Avenida Paulista, em São Paulo, que pede o impeachment da presidente Dilma Rousseff e a intervenção militar no País. Gritos como “Viva a PM” são entoados pelos manifestantes.

Há, entretanto, faixas e cartazes com as mais variadas mensagens que vão de “Intervenção militar já” a “PT é o câncer do Brasil”. O protesto, que teve início no vão livre do Masp, segue no sentido Paraíso, e fecha parte da avenida.

O ato é escoltado pela PM, que organizou uma operação para eventuais confrontos. Dois pelotões da Tropa do Braço ficaram posicionados nas ruas laterais ao Masp. O protesto foi organizado pela internet e teve a confirmação de 100 mil pessoas.

“Se você acha que democracia é isso que temos aqui, então sou a favor da volta do militarismo”, disse o investigador de polícia, Sergio Salgi, de 46 anos. Ele foi ao protesto carregando uma faixa com os dizeres “SOS Forças Armadas”.

Para o investigador, a melhor chance de tirar Dilma no poder seria lançar a candidatura do deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) à Presidência, nome apoiado por ele. “A melhor chance é só com o Bolsonaro. Mas não teve como”, disse Salgi. Em entrevistas, Bolsonaro já antecipou sua intenção de ser candidato à Presidência em 2018.

O filho de Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro (PSC), que se elegeu deputado federal por São Paulo, participou da manifestação. O deputado discursou sobre o único carro de som do ato. “Ele (Jair Bolsonaro) teria fuzilado Dilma Rousseff se fosse candidato este ano. Ele tem vontade de ser candidato mesmo que tenha de mudar de partido”, afirmou Eduardo, ao prever que o pai terá dificuldades em lançar seu nome à Presidência pelo PP. BlogdaFolha
FONTE-BLOG DO FRANCISCO EVANGELISTA

SINTECT-RS

 


PLR: CONTINUA A NOVELA MEXICANA!


Seis meses depois, essa novela da PLR nunca tem fim. Numa verdadeira chantagem, a proposta do governo, através de seus representantes na gestão da empresa, tenta fazer com que demos um cheque em branco quando exigem que aceitemos já a PLR de 2014 e 2015.
E ainda por cima, dizem que se aceitamos receberemos cerca de R$ 600,00. Se formos mal criados e não aceitarmos, baixam a proposta para R$ 300,00.
A posição do SINTECT-RS é de que a direção da ECT deva pagar a PLR referente a 2013, e já! Não podemos aceitar que depois de nos dar o calote queiram já preparar os calotes de 2015 e 2016.

Veja alguns dos critérios que a ECT pretende implementar para justificar o não pagamento dessa e das próximas PLR
Levar em consideração o GCR. Que como sabemos possui critérios duvidosos e que permite a perseguição aos trabalhadores.
Criar diferenciação entre os CDDs, ACs e demais setores. Levando em consideração as premiações de cada unidade para ganhar mais ou menos de PLR. Ou seja, as unidades que já são punidas com a sobrecarga, dobras serão punidos recebendo valores menores por não atingir as metas.
Seguir premiando os cargos de confiança com valores maiores que o resto da base da categoria.
Aceitar essa proposta é assinar um cheque em branco. ECT pague a PLR 2013 já! Chega de enrolar a categoria!
A direção dos Correios, tem a mesma arrogância que vemos em Dilma e se utilizam da PLR para nos humilhar. Enquanto um bancário não ganha menos de R$ 6.000,00 de PLR para nós é no máximo R$ 600,00 e olhe lá.
E assim como fizeram na campanha salarial, chantageiam os trabalhadores e tentam culpar os sindicatos por essa proposta miserável. Fazem um jogo de cena dizendo que quem rejeitar pode receber menos. Como se aceitando fossemos ganhar uma fortuna.
Chega de enrolação: Paguem já nossa PLR!
Exigimos valores iguais a todos e todas! Sem distinção de cargos e funções!
Assessoria de Comunicação
27/10/2014 15:10:58

FONTE-SINTECT-RS

SINTECT-RS

 
[30/10/2014]

Parabéns aos Atendentes Comerciais


O SINTECT-RS parabeniza a todos os Atendentes Comerciais no seu dia, comemorado dia 30 de outubro. São cerca de 21 mil Atendentes em todo o Brasil, que fazem sua tarefa com responsabilidade e somam aos demais trabalhadores dos Correios para garantir serviço de qualidade aos brasileiros.
Destacamos, neste dia, a importância de valorização destes profissionais que hoje acumulam também as tarefas do Banco Postal, sem que sejam reconhecidos por isso. Estão expostos a violência, ao assédio e ao descaso da empresa com sua segurança.
Por isso, reiteramos que o Sindicato continuará lutando pelo reconhecimento dos seus direitos e da sua valorização e combatendo todo o tipo de ataques aos seus direitos, assim como de todos os trabalhadores dos Correios.
Parabéns aos Atendentes Comerciais. 
SINTECT-RS

VIVA O PT !

 
31/10/2014

Correios descumprem acordo e não pagam PLR


          Mais uma da ECT. Após meses de luta do movimento sindical para que os ecetistas recebessem uma participação nos lucros e resultados minimamente justa, os Correios dessa vez resolveu ridicularizar o esforço do TST e descumpriu o acordo para pagamento da PLR 2013.
          Pelo que ficou acertado em 22 de outubro, durante audiência de mediação, a empresa pagaria a PLR no mais tardar até o dia de hoje (31) e encerraria de uma vez por todas essa novela que vem se arrastando há meses.
          Mas infelizmente a ECT não fez a sua parte e resolveu brincar com os trabalhadores sabendo que após assembléia realizada pelo Sintect-AL no último dia 28, os ecetistas aprovaram por ampla maioria a proposta do TST e encaminhou carta ao Sr. Idel Profeta, superintendente-executivo de gestão de pessoas, informando o resultado da assembléia e pedindo o pagamento da PLR 2013 até o dia 31 de outubro. Porém, a empresa ignorou a solicitação do Sindicato e desconsiderou todo o esforço do ministro Ives Gandra, responsável pela mediação entre a Fentect e os Correios.
          Que a ECT não cumpre acordo, isso já não é mais novidade para os ecetistas. Agora “farrapar” com um ministro do TST depois de tudo que ficou definido em audiência de mediação, aí já é demais! Portanto, imagine a situação: neste momento, em pleno Planalto Central, o ministro Ives Gandra está conhecendo a farsa que é essa gestão nacional dos Correios e, no mínimo, frustrado com mais esse calote da empresa.
          A falta de compromisso e de responsabilidade da gestão dos Correios é tão grande que eles sequer se dignaram a dar uma satisfação para a categoria informando as razões (se é que existem) para o não pagamento da PLR no prazo acordado.
          Aqui em Alagoas os ecetistas já sabem que na ECT quando não há compromisso, palavra não se cumpre. Resultado: continuamos sem receber o que nos é devido e indignados com mais essa da empresa.
          Pagamento da PLR, já!


Confira no anexo abaixo a carta enviada pelo Sintect-AL a ECT.
ARQUIVOS ANEXOS:
  • carta PLR[1].pdf
  • FONTE-SINTECT-AL 
  • TITULO DA NOTICIA  É DE RESPONSABILIDADE DE OZEIAS SANTANA .

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UM ABRAÇO DE TODOS QUE FAZEM O CDD PRAZERES, FOI BOM TER TRABALHADO COM VC .NUNCA DESISTA DE SEUS SONHOS. SUCESSO NESTA NOVA ETAPA DA SUA VIDA , QUE DEUS CONTINUE TE ABENÇOANDO.

DOUGLAS ( SAUDADES....)

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Douglas Marivel ( NOSSO ETERNO CARTEIRO)